Monthly Archives: junho 2015

Curso CCNA Netfinder por R$20,00 só hoje.

tux_cisco
Esse curso não tem vinculo algum comigo ou com FLEXPABX, apenas acredito ter um bom custo por R$20,00, normalmente custa R$100,00 EAD tem 90 dias e várias questões explicadas, e outra após tudo isso tem uma prova geral e quem for melhor ganha um voucher de CCNA…MESMO que vc não ganhe, tente é de graça, eu fiz curso CCNA 1 2 3 4 na NETACAD em 2008 por R$2500,00reias
aproveite 🙂 é de graça.
FONTE: http://netfindersbrasil.blogspot.com.br/2015/06/doe-r-2000-para-o-ccna-exam-simulation.html

DEU A LOUCA NO NETFINDERSBRASIL !!! Até 30/06/2015 – quem doar doar R$ 20,00 para o CCNA EXAM Simulation Day leva de brinde o acesso ao CCNA Gravado por 90 dias.

É isso mesmo! Visando melhor preparar os candidatos a Certificação CCNA, o Blog estará oferecendo até a meia-noite do dia 30/06/2015 a possibilidade de acessar o curso Preparatório CCNA em Modo Gravado por 90 dias para todos os que fizerem sua doação de R$ 20,00 para o programa que irá pagar o Exame de Certificação CCNA ao candidato que fizer mais pontos no Simulado que será oferecido em 29/11/2015.

Sobre o Preparatório CCNA em Modo Gravado:

O curso é oferecido no formato online, com 36 horas de duração, podendo ser acessado em qualquer hora e a qualquer lugar durante 90 dias consecutivos.

◦Onde: http://www.netfindersbrasil.com.br -> Os alunos que adquirirem o curso online poderão acessar todo o material de apoio (slides e Laboratórios) em nossa plataforma Moodle

◦Quanto: O curso é oferecido por R$ 99,00 (mas até 30/06/2015 – os doadores do CCNA EXAM Simulation o levam na Faixa !)

◦Diferenciais: Laboratórios criados no Packet Tracer 6.0.1 para ilustrar os conceitos abordados e acesso/suporte online via Portal de Treinamentos NetFindersBrasil durante o curso online e pelo período de 3 meses após o término das gravações.

Instrutor: Adilson Florentino – CCNA R&S, CCNA Voice, CCNA Wireless, CCNA Security, CCNP R&S, CCAI e CCSI. Profissional com mais de 12 anos de experiência em tecnologias Cisco.

◦Certificado de participação para todos os alunos ao término do período de inscrição.

◦Carga Horária: 36 horas
12 vídeo-aulas de 02 horas cada
06 sessões de 02 horas cada com resolução de questões de Simulado para Exame CCNA 200-120

Conteúdo Programático:

Aula 01 – Modelo OSI
Aula 02 – Switching e VLANs
Aula 03 – TCP/IP e IPv6
Aula 04 – Endereçamento IP, Subredes, VLSM e CIDR
Aula 05 – Introdução ao sistema Cisco IOS
Aula 06 – Roteamento IP Básico e NAT
Aula 07 – Roteamento IP Avançado – EIGRP e OSPF
Aula 08 – Arquiteturas de Alta Disponibilidade
Aula 09 – Gerenciamento e Troubleshooting Básico
Aula 10 – Listas de Controle de Acesso
Aula 11 – Protocolos WAN
Aula 12 – Preparação para o Exame CCNA 200-120

Lembrando que os doadores também terão acesso as vídeo-aulas contendo 307 questões respondidas e comentadas como preparação para o CCNA EXAM SIMULATION DAY:

Simulado para o Exame – Sessão 01 – questões de 01 a 51
Simulado para o Exame – Sessão 02 – questões de 52 a 102
Simulado para o Exame – Sessão 03 – questões de 103 a 153
Simulado para o Exame – Sessão 04 – questões de 154 a 204
Simulado para o Exame – Sessão 05 – questões de 205 a 255
Simulado para o Exame – Sessão 06 – questões de 256 a 307

Sobre o CCNA EXAM SIMULATION DAY:

Teste seus conhecimentos e prepare-se para tornar-se um profissional certificado !

Ajude-nos a tornar o CCNA Exam Simulation Day realidade. Doe R$ 20,00 usando o botão abaixo e baixe o simulado com 307 questões para o Exame 200-120 (em inglês).

Os doadores receberão acesso ao portal de treinamentos em www.netfindersbrasil.com.br e poderão baixar o PDF com as questões para estudar, além de 06 video-aulas de 02 horas cada com a resolução das questões do Simulado.

O material encontra-se em: Biblioteca NetFinders – Material de Apoio – Simulado CCNA 200-120

Participe !

Projeto de telefonia IP: Caterpillar Está Convertendo 100.000 telefones

asterisksss

Case antigo mas, achei nos meus favoritos vale a postagem.

No meio de um projeto gigante de telefonia IP, a Caterpillar está se desvencilhando de um sistema de voz analógico caro, descentralizado e está lançado as bases para inauguração de um sistema de comunicações unificadas de domínio global para a corporação.

A Caterpillar, o maior fabricante de equipamentos pesados para construção e mineração do mundo, já converteu até agora 35.000 de seus 100.000 telefones para telefonia IP, incluindo todas as 24.000 linhas na sede da companhia em Peoria, Illinois, de acordo com Steve Bergstrom, arquiteto de voz e de comunicações unificadas (UC) da empresa.

A equipe de Bergstrom está eliminando gradualmente uma constelação de PABXs analógicos que foram dispersados ao redor do globo — dispersados e tão numeroso que não se consegue chegar a um número exato de quantos a companhia tinha precisamente.

“Só em Peoria, nós tínhamos oito PABXs”, disse Bergstrom. “Em toda a companhia foi duro se conseguir um número exato. Nós tínhamos padrões corporativos, mas se você vascular as diferentes unidades da empresa, com idéias e evolução independentes com aquisições e descartes, nós iniciamos coletando os vários tipos diferentes de equipamentos”.

Citando razão de política corporativa, firmemente, Bergstrom declinou em falar sobre quais fornecedores a Caterpillar está usando neste projeto. Entretanto, já que ele apresentou o seu projeto de telefonia IP como um estudo de caso de cliente recentemente no evento “Cisco Live” em Orlando, é seguro dizer que a Cisco Systems tenha algum tipo de envolvimento no empreendimento.

Uma primeira etapa no projeto de telefonia IP foi consolidar o roteamento de chamada entre os três “centros de informação regionalizados”, disse Bergstrom. A sede de Peoria atende a América do Norte e a América do Sul, enquanto que centros similares na Bélgica e em Singapore servem o resto do mundo.

Essa abordagem centralizada da tecnologia de telefonia IP ajudou a Caterpillar de várias formas, disse ele. Por exemplo, o custo total de propriedade para voz está caindo porque a companhia consolidou sistemas e suporte.

“Eu não preciso manter duas redes distintas. Eu tenho uma rede única para voz e dados”, disse Bergstrom. “E em vez de colocar sistemas que possua capacidade para 500 telefones em um site remoto que só precisa efetivamente de 200 telefones, nós os colocamos em um sistema centralizado de sorte que podemos dividi-los de forma mais eficiente”.

Também, com PABXs IP centralizados, a Caterpillar não precisa mais colocar uma central em cada regional. “Isso é uma coisa a menos para se preocupar. Não existe equipamento nos sites”, disse ele.

A consolidação do suporte foi uma revelação para a empresa, disse Bergstrom. Ele não mais precisa de uma pessoa em cada regional para gerenciar a telefonia. Ele pôde usar sua equipe centralizadamente, que o tornou tudo mais eficiente.

“Se existisse um alguém em cada sites que mantivesse esse sistema, e que somente lhes ocupasse um pouco de tempo por semana, esse pouco de tempo seria relativo, porque para executar uma mudança eles precisariam se lembrar de uma senha, e depois precisariam se lembrar dos comandos, e então precisariam se lembrar de como executá-los”, disse ele. “Isso poderia levar de 30 minutos à uma hora para fazer algo que do ponto de vista centralizado gastaria somente alguns minutos porque estamos mais familiarizados com o sistema. Nosso pessoal é mais eficiente por causa da economia de escala”.

A transição para telefonia IP foi muito gradual para Caterpillar, ela não fez uma ruptura abrupta do analógico para IP. Bergstrom disse que a transição começou com 50 telefones no departamento de TI em Peoria. Quando a organização se tornou mais familiar à cerca de como funcionava o sistema, eles foram mais agressivos, e chegou ao ponto onde a companhia foi migrando cerca de 1.600 telefones por semana.

No início, Bergstrom contemplou o uso de mão de obra contratada para instalar fisicamente os telefones, mas em meio às conversações com os líderes da empresa, ele conseguiu que ele usasse um recurso disponível não aproveitado.

“A Caterpillar disse, ‘Por que os empregados não podem nos ajudar?’ Houve uma campanha em nível de supervisão”, disse ele”. A nossa equipe pôde fazer um exercício de equipe de infra-estrutura predial plugando os telefones a noite. Eu pensei que isso não funcionaria, mas funcionou. Surpreendentemente, as pessoas quiseram cooperar. Elas ficaram excitadas com a nova tecnologia e ficaram excitadas para se desvencilharem dos velhos telefones que tinham a 10 anos”.

Às sedes da corporação levou aproximadamente 18 meses para migrar para telefones IP, disse Bergstrom. “Com relação a esse novo ciclo da telefonia da corporação, apenas deixaremos passar as questões de desgaste ou de depreciação ou qualquer outra coisa do gênero”.

Com a telefonia IP marcando presença firmemente, Bergstrom volta agora a sua atenção para as comunicações unificadas. A Caterpillar está explorando suas opções como de presença e usando clientes unificados.

“Nós estamos nos esforçando nisso enquanto companhia, tentando compreender como chegar lá”, disse ele. “Nós estamos agora focando bastante no recurso de presença e em um cliente unificado. Eu diria que o cliente unificado está em primeiro plano do que nós tínhamos dado atenção até agora. O UC está juntando todas essas coisa de modo que os usuários na sua mesa de trabalho tenham todas as ferramentas de que eles precisam. Nós precisamos avaliar minuciosamente quais são os custos e qual é o valor agregado disso. Nós gastaremos ou não com UC, e qual é a forma mais inteligente de implementá-lo? Também, nós implementaremos tudo de uma só vez, ou partes dele e em camada sobreposta [dele]?”

O sistema de telefonia IP já se pagou em dividendos de produtividade, particularmente nos contact centers da companhia. O sistema para os telefones IP coincidiu com a instalação da nova tecnologia de contact center IP.

“Antes, nós tínhamos contact centers muito diferentes”, disse Bergstrom. “Nós começamos a uniformizá-los. Já que a tecnologia permite você virtualizar. O contact center existe em uma nuvem em vez de um site. Você pode pegar agentes de qualquer lugar que você desejar”.

Bergstrom disse que ele pode pegar pessoas com diferentes perfis de habilidade e mesclá-las entre os diferentes contact centers. Essas pessoas podem entrar e sair de diferentes filas de chamadas para pegar ligações baseadas em situações. Como resultado, os contact centers da Caterpillar reduziram a duração média de seu atendimento em 60 segundos e aumentou o seu volume de chamadas em 15%.

“Não é freqüente que você aumente o volume de chamada e, ao mesmo tempo, reduza o seu tempo de atendimento”, disse ele.

Fonte da onde tirei essa informação: http://clevitonmendes.blogspot.com.br/2008/07/caterpillar-est-migrando100000.html

 

A2Billing

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A2Billing é uma aplicação de tarifação de código livre para o Asterisk e é considerado o mais famoso nessa área.

Abaixo estão algumas características do A2Billing:

– CallBack: inteface Web para callback para o cliente, ANI callback, DID callback
– Interface do cliente com suporte a diversas traduções
– SOAP-Webservice: criar, excluir e atualizar o cartão
– Simulador da tarifa do cartão na interface do cliente
– Atualização do CallerID na interface do cliente
– Baseado no Adodb, dbms layer
– Exporta para XML
– Atualização do Web Dialer WebPhone Jiax
– Relatórios para receitas: visualização de lucros, vendas, compras, etc.
– Cadastro para ativação de email
– Ferramenta para importar o DID, CARD
– Filtro de Provedor VoIP e Tronco nos relatórios das ligações
– Adicionar marcas e margem no relatório de CDR
– Opção de deletar depois de selecionar a opção por cartão ou taxas na listagem

Mais populares da semana

tux_JEDI

 

Guia Fedora – O seu guia completo sobre o fedora

tux_fedora

Guia Fedora – O seu guia completo sobre o fedora http://guiafedora.evertonwilliam.com.br ‪#‎guiafedora

Acesse encontrei um material muito bom, parabéns ao criador.

http://guiafedora.evertonwilliam.com.br

VPN – VRF IPv6

tux_cisco

1      Cenário

1.1       Objetivo

Quatro roteadores (CE1, PE1, PE2 e CE2) são conectados formando o seguinte cenário:
•      O protocolo de roteamento do backbone (PE1 e PE2) deverá ser o OSPF na área 0 com todas as interfaces divulgadas e deverá ser usado o MPLS IP com LDP.
•      Os roteadores CE1 e CE2 fazem parte da mesma VPN VRF chamada BLUE e utilizam IPv6 puro;
•      O roteamento dentro da VRF deverá ser o BGP, onde o CE1 usa o AS 100 e o CE2 o AS 200.

1.2       Topologia

1.3       IOS utilizados

•      CE1 e CE2 – c7200-k91p-mz.122-25.S15.bin
•      PE1 e PE2 – c7200-advipservicesk9_li-mz.124-24.T3.bin

1.4       Configuração dos Roteadores

1.4.1    Configurações do IPv6

Inicialmente deve-se habilitar o roteamento IPv6 nos roteadores com o comando “ipv6 unicast-routing”. Nas interfaces os endereços link-global são configurados com o comando “ipv6 address

/” e deve-se habilitar o IPv6 dentro da interface com o comando “IPv6 enable”. Os endereços link-local são automaticamente configurados.

1.4.2    Configurações do OSPF do Backbone

Em todos os roteadores configura-se o roteamento OSPF pelo comando “router ospf ” onde o “processo” é um numero do processo OSPF. O roteador também possui um router ID único que geralmente é a interface loopback ou então o maior endereço IP do roteador.
Para adicionar interfaces deve-se usar o comando “network

área ”. Um roteador pode ter interfaces em áreas distintas, define-se cada área pelo comando network.
Para o roteador fazer vizinhança OSPF é necessário que a rede da interface esteja no comando “network” e a interface não esteja configurada como “passive-interface”.

1.4.3    Configurações do MPLS

Antes de qualquer configuração, o Cisco Express forwarding deve ser habilitado com o comando “ip cef”. Para habilitar o MPLS no modo LDP, usa-se o comando global “mpls label protocol ldp”.

1.4.4    Configuração do MBGP

Para estabelecer uma VPNv6 sobre um backbone IPv4 é necessário configurar o MBGP para a troca de informações de prefixos da VPNv6. Pode-se somente configurar o MBGP nos roteadores PEs da rede que possuem conexão com os CEs, ou seja, conectados diretamente aos sites.
O MBGPv6 funciona como o MBGPv4, configura-se em todos os roteadores pelo comando “router bgp ” onde o “AS” é o Autonomous System do backbone. Dentro da configuração de BGP adicionam-se os vizinhos estaticamente com o comando “neighbor remote-as ”.
Adiciona-se o IP da interface loopback como Router-ID pelo comando “bgp router-id ”.
Como os roteadores dentro do mesmo AS não divulgarão as rotas IBGP entre eles, faz-se o full-mesh de conexão MBGP ou configuram-se os roteadores centrais como Router-reflectors adicionando os demais roteadores como clientes pelo comando “neighbor router-reflector-client”.
O MBGP é configurado dentro do protocolo BGP, porém deve-se separar a família de roteamento com o comando “address-family vpnv6”. Para o envio de prefixos das VPNs, deve-se habilitar o envio de community extendida com o comando “neighbor send-community extended”.
Todos os recursos como route-map, next-hop-self, router-reflector, etc. podem ser configurados dentro da família VPNv4 para manipular ou resolver problemas de roteamento.

1.4.5    Criando uma VPN VRF no BGP

Após todos os roteadores PEs da rede possuirem conectividade MBGP, ou diretamente ou por router-reflector, cria-se a VPNv6 com o comando “vrf definition ”, dentro desse comando ficam os parâmentros de marcação da VPNv6 e das communities associadas aos prefixos daquela VPNv6. Configura-se o Route-Distinguisher da VPNv6, que deve ser único na rede, com comando “rd :”, e também cria-se a  community que será exportada para aqueles prefixos de rede com o comando “route-target <export|import> :”, onde “import” significa importar as rotas e “export” exportar as rotas. Em seguida habilita-se a address-family ipv6.
No BGP, Cria-se uma address-family “address-family ipv6 vrf ” com o mesmo nome da VPNv6 criada no “vrf definition” fora do roteamento BGP. Dentro dessa address-family são configuradas as redes que serão redistribuídas para os outros sites. Para divulgar as redes é necessário que a rede exista na tabela de roteamento interna e, ou adicionar o comando “network mask ou redistribuindo rotas para o MBGP com o comando “redistribute ”, que pode ser vinculado à um route-map para definir exatamente as rotas que serão divulgadas de um protocolo para outros sites. No caso de vizinhança BGP, configura-se o neighbor.
Enfim, para que uma interface conectada ao CE faça parte da VPN BGP, usa-se o comando “vrf forwarding ” dentro da interface.
Dentro da VPN, para que o CE faça vizinhança BGP com o PE é necessário adicionar uma loopback IPv4 para ser o router-id do BGP.

1.5       Observações e Bugs

1.6       Comandos Importantes de Verificação

 

 

2      Configuração

2.1       CE1


 

2.2       PE1


 

2.3       PE2


 

2.4       CE2

!
ipv6 unicast-routing
ipv6 cef
!
Interface loopback0
 Ip address 22.22.22.22 255.255.255.255
!
interface Serial1/0
 encapsulation frame-relay
!
interface Serial1/0.6 point-to-point
 ipv6 address 2001:2::1/112
 frame-relay interface-dlci 600  
!        
!
router bgp 200
 bgp router-id 22.22.22.22
 neighbor 2001:2::2 remote-as 1
 no neighbor 2001:2::2 activate
!
 address-family ipv6
 neighbor 2001:2::2 activate
 redistribute connected
!
Fonte: http://babarata.blogspot.com.br/search/label/IPv6
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