Monthly Archives: agosto 2015

Feliz aniversário Linux! 24 anos

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Feliz aniversário ao pinguim e a todos profissionais Linux, adiciono que acho que o valor do profissional Linux no Brasil é baixo comparado a outros países o que é triste pois todos TODOS provedores tem Linux fazendo backend, monitoramentos, roteamentos, servidor de e-mail, servidor de telefonia ip, entre outros que são parte da vida de uma empresa séria… fica dica!!!

LPIC1 Major Numbers

tux_kisuke

Durante os estudos para LPI1XX escontrei sobre os major numbers e eles são bem importantes pois nos identificam o tipo de harddisk.

Para obter essas informações faça o seguinte comando.

root@TuX:/home/gustavofranco# cat /proc/partitions
major minor  #blocks  name

8        0  488386584 sda
8        1     524288 sda1
8        2  483780608 sda2
8        3    4079616 sda3
11        0    1048575 sr0

Lista de majors

Os major numbers são assim classificados:
3 – disco IDE.
7 – dispositivo de Loop(não ligado a disco físico).
8 – disco SATA, SAS, SCSI e discos externos.
9 – RAID via software.
Entendendo os minors que também aparecem na saida de cat /proc/partitions
Quanto à nomenclatura de partições, é preciso ter muita atenção pois o Linux as trata de
maneira bem conceitual, a começar pelo limite de partições: 63 no total.
Os minor numbers definem o tipo de cada partição:
De 1 a 4 : simbolizam partições primárias ou extendidas.
De 5 em diante : simbolizam partições lógicas.

Procura treinamentos para certificação LPI de qualidade?

Fala pessoal hoje venho aqui fazer uma super recomendação do amigo Bruno Odon https://br.linkedin.com/pub/bruno-odon/9b/514/5ba/pt o mesmo é LPI3 nível senior e oferece cursos dos 3 níveis com valores super acessíveis nada de te esfaquear para aprender!

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Use com moderação 😉

 

Usando SEQ para te ajudar no dia dia

tux_css__penguin liniux

Bom acredito que como muitos eu conheço centenas de comandos linux,  mas acabamos esquecendo ou não usando a grande maioria, o SEQ é um exemplo dai fui buscar alguns meio inteligentes e usar o SEQ isso me ajuda fixar o conhecimento sobre o uso do comando.

Abaixo algumas coisas que encontrei na internet.

SEQ de maneira padrão

 

SEQ usado para somar de 2 em 2

 

 

Este pequeno laço irá fazer a impressão, por meio do comando sed, de cada quinta linha do arquivo chamado testfile.

Adicionando informações ao SEQ mais informações com echo em um arquivo.

Resultado

Desative serviços que inicializam junto com o sistema

tux_timao

Abra o terminal com o comando <Ctrl + Alt + T> e digite o seguinte comando no terminal:

 

O comando acima troca de true para false, fazendo com que apareça em nosso sistema as opções de inicialização.

Agora que todas as entradas estão visíveis, clicar no ícone da engrenagem no canto superior direito do seu desktop e depois em Aplicativos de sessão. Desative serviços que você não usa, mas tome cuidado para não desativar serviços ou softwares importantes para o sistema. Se você não sabe o que determinado serviço faz, não o desative.

 

Alguns exemplos de entradas que desativei no computador da minha namorada:

  • Agente de chaves SSH: só faço login via SSH nos meus servidores usando meu notebook, e ela com certeza não precisa disso;
  • Bate-papo: entrada do Empathy. Porque iniciar o software junto com o sistema se, assim como eu, ela prefere usar o GTalk no próprio Gmail?
  • Compartilhamento da área de trabalho: serviço que, pessoalmente, nunca uso e duvido que ela usará;
  • Compartilhamento de arquivos pessoais: todos os nossos arquivos ficam no meu notebook, e não pretendemos compartilhar arquivos de mais do que alguns kilobytes entre os computadores, o que pode facilmente ser resolvido usando um pendrive;
  • Gerenciador Bluetooth: o computador que montei pra ela não tem bluetooth, então não há motivos para deixar esse serviço rodando;
  • Gwibber: o Gwibber come recursos da máquina do mesmo jeito que o Homer toma cerveja, então com certeza fica de fora. De qualquer forma, ela prefere a interface web do Twitter e o Polly, um ótimo cliente para Twitter;
  • Monitor de cópia de segurança: como todos os arquivos importantes ficam no meu notebook e meus backups são sincronizados com o Ubuntu One, não precisamos de backups no computador dela;
  • Onboard e Orca screen reader: dois serviços que ela também não precisa, felizmente;
  • Protetor de tela: sempre achei protetores de tela um saco e ela também não gosto, então serviço desativado;
  • Ubuntu One: o serviço de sincronização de arquivos na nuvem da Canonical é ótimo, mas não há necessidade de inicia-lo junto com o sistema (ou sequer instala-lo) em um computador que não tem nada para sincronizar;
  • Verificar novos drivers: todos os componentes deste computador possuem drivers open source, então não há necessidade para os drivers adicionais. Caso eu venha a adicionar uma placa de vídeo (e vou, para ela jogar Ryzom comigo) mais tarde, o serviço é facilmente inicializável usando o dash do Unity.

 

Fonte: UbuntuSC

LPI e SUSE reforçam parceria para certificação profissional Linux no Brasil

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Todos os candidatos que obtiveram a certificação LPIC-1 podem solicitar junto à SUSE a certificação CLA, sem a necessidade de prestar novos exames ou o pagamento de taxas.

 

Para garantir que o mercado de trabalho em torno do Linux e das tecnologias de código aberto continue aquecido, o Linux Professional Institute (LPI) e a SUSE, provedora original da distribuição empresarial do Linux e unidade de negócios independente que faz parte do Grupo Micro Focus International, reforçam sua parceria para a certificação de profissionais no Brasil. Por meio dessa iniciativa, quem conseguir uma certificação LPIC-1, terá também preenchido todos os requisitos para obtenção da certificação SUSE Certified Linux Administrator (CLA).

 

O LPI é uma organização sem fins lucrativos, sediada na Califórnia – EUA, que desenvolve um programa de certificação profissional em sistemas Linux reconhecido internacionalmente por empresas, empregadores e profissionais de TI. Jim Lacey, presidente e diretor executivo do LPI, afirma que, segundo o acordo firmado entre as duas instituições, “todos os candidatos que obtiveram a certificação LPIC-1 podem solicitar junto à SUSE a certificação CLA, sem a necessidade de prestar novos exames ou o pagamento de taxas”.

 

Por conta da parceria, a divisão de Serviços e Treinamento da SUSE incluiu os objetivos obrigatórios da certificação LPIC-1 no material didático do curso preparatório para a certificação CLA. Profissionais que já disponham de certificação LPIC-1 válida, podem solicitar imediatamente sua certificação SUSE CLA neste link. De acordo com as duas organizações, a possibilidade de obter um certificado estando em posse de outro vale para o mundo todo, à exceção do Japão.

 

Segundo José Carlos Gouveia, Diretor do LPI para a América Latina, “a iniciativa vai ao encontro de uma necessidade do mercado profissional de TI, aproveitando o momento de maior maturidade e da intensa disseminação das tecnologias baseadas em Software Livre no mercado brasileiro, reconhecendo que o profissional que possui certificação LPIC-1 está apto a administrar sistemas SUSE com a mesma proficiência de um profissional com certificado CLA”.

 

Segundo Marco Leone, country manager da Micro Focus no Brasil, este é o momento ideal para que as duas organizações reforcem suas parcerias. “O mercado de tecnologia se mostrou nos últimos anos como o que mais contrata. Mas os profissionais precisam estar preparados. Acreditamos que esse acordo vai ajudar a profissionalização do mercado de trabalho em torno do Linux e das tecnologias de código aberto”.

 

Para mais informações sobre a iniciativa, os profissionais podem acessar os sites da SUSE e do LPI.

 

Fonte: RMA Comunicação